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Em conversa recente com um representante do Conselho da Comunidade de Execução Penal de Aparecida de Goiânia, João Teixeira disse ter recebido ‘um soco’, mas na presença dos agentes penitenciários teria ficado receoso de ser espancado novamente e alegou ter sido vítima de uma queda ao sair de sua cama. De acordo com o relato, a agressão ocorreu no início do mês passado.
Na sentença que autorizou João a cumprir pena em regime domiciliar, a juíza Rosângela Rodrigues Santos, da comarca de Abadiânia, faz menção a um laudo do Instituto de Criminalística de Goiás, comprovando que o médium foi agredido com “instrumento contundente”, mas não especifica o dia da agressão.
A juíza alertou para as “más condições da cela”, com paredes mofadas, lixo hospitalar aberto e até agulha de seringa usada no chão, segundo ela um ambiente propício à disseminação do coronavírus. “O estabelecimento prisional é absolutamente carente em termos estruturais e humanos para oferecimento de cuidados básicos com a saúde e tratamento de qualquer um de seus custodiados, o que dirá daqueles que apresentam o quadro de debilidade física e de doenças graves”, diz ela.
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