
Foto: Divulgação/Metrópoles
Como prerrogativa, foi citado o Irã. O país persa optou por liberar cerca de 120 mil pessoas das cadeias nacionais, tendo em vista o surto da doença que atinge a região. Até o momento, aproximadamente 7 mil pessoas já foram contaminadas por lá, resultando em 237 mortes de acordo com os números oficiais mais atualizados.
Ainda como argumento, a Pastoral Nacional Carcerária chama a atenção para as condições degradantes em que vivem os presos no país. Infraestruturas sanitárias inapropriadas para seres humanos acabam por favorecer a proliferação de doenças, como a tuberculose, que tem uma facilidade de contaminação 30 vezes superior na cadeia do que em relação à sociedade livre.
Fonte:
1News
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